Subdutos flexíveis Maxcell permitem otimizar em até 300% o espaço físico de tubulações que transportam cabeamentos de telecomunicações, energia e TV a cabo.

O aumento da densidade demográfica em metrópoles estimula a instalação de redes de serviços utilitários como energia, telecomunicações e TV a cabo. Nos últimos tempos, a exigência por redes subterrâneas também aumentou, em favorecimento da redução de risco de acidentes e da paisagem urbana, conforme decretos municipais que regulamentam o enterramento das redes aéreas pelos próximos cinco anos. Contudo, o grande número de cabos enterrados cria um problema de espaço físico, gerando congestionamento nas tubulações rígidas e inviabilizando a instalação de novas redes. É para resolver essa dificuldade que a norte-americana Maxcell desenvolveu os subdutos flexíveis de tecido, comercializadas no Brasil pela Redex Telecom.

Voltado para organizar as prumadas de cabeamentos e redes subterrâneas, os subdutos Maxcell permitem individualizar cada cabo dentro da sua malha flexível, evitando que eles trancem/embaracem durante o trajeto, além de otimizar o espaço físico para a instalação de novos cabos sem que haja grandes investimentos em Infraestruturas. “Essa característica tem viabilizado a instalação de fibra óptica no Rio de Janeiro, por exemplo, em redes subterrâneas existentes e já ocupadas. A solução agiliza as instalações e proporciona ganhos financeiros e de imagem para nosso parceiro”, revela Dimas Valério, Consultor Técnico da Redex Telecomunicações.

Em fiações de prédios residenciais e comerciais, a demanda por subdutos flexíveis também aumenta exponencialmente, segundo o especialista. Nesses casos, ele explica que a diversidade de operadoras de TV a cabo e telefonia, junto com a fiação de energia para cada apartamento, costuma configurar um emaranhado de cabos que em grande parte obstruem as tubulações rígidas, impedindo a instalação de novos serviços. “Com o subdoto Maxcell é possível organizar esses cabeamentos, liberando espaço dentro das tubulações rígidas e, concomitantemente, permitindo a diversos operadores ampliar a sua oferta e aos usuários finais contar com um leque maior de fornecedores de telecom”, explica ele.

Em pontes e viadutos, onde a limitação de espaço para instalação de dutos rígidos é uma realidade quase que plena, o Maxcell também se configura solução prática.

Um exemplo foi na instalação das redes de telecomunicações da Arena Corinthians para atender a Copa do Mundo de 2014. Na ocasião, oito operadoras precisaram passar seus cabeamentos até o estádio, num caminho de quase 1 km sobre viadutos. A empreiteira Integer foi a responsável pela obra de infraestrutura de telecomunicações e utilizou o subdoto flexível fornecido pela Redex.

Veja o caso de sucesso Arena Corinthians na íntegra.

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